Não é sobre quebrar. Muitos CLPs rodam 20 anos sem falhar.
É sobre o dia em que falhar — e a peça não existir mais.
Os 5 estágios do ciclo de vida:
1️⃣ Ativo — em linha, suporte total
2️⃣ Maturidade — ainda vende, mas já existe sucessor
3️⃣ Descontinuado — não se compra mais novo
4️⃣ Suporte limitado — só reparo, prazo definido pelo fabricante
5️⃣ Obsoleto — acabou. Resta mercado paralelo, sem garantia
A maioria das plantas descobre em qual estágio está no dia da parada.
Sinais de alerta na sua planta:
🔻 Software de programação que só roda em Windows XP
🔻 Comunicação por serial ou cabo proprietário que ninguém mais fabrica
🔻 Sobressalente comprado em site de leilão ou “recondicionado”
🔻 Um único técnico que ainda sabe mexer naquele sistema
🔻 Backup do programa em disquete, CD ou pendrive perdido na gaveta
A análise de obsolescência responde três coisas:
✅ O que exatamente está instalado (inventário real, não o que está no papel)
✅ Em que estágio cada item está e qual o prazo do fabricante
✅ O que precisa ser modernizado agora, o que pode esperar e o que só precisa de estoque estratégico
Modernizar tudo de uma vez é inviável. Descobrir na parada é caro.
O meio-termo se chama plano.
💬 Qual é o equipamento mais antigo rodando na sua planta hoje?
Aqui na Base Automação fazemos análise de obsolescência, modernização de sistemas legados e migração de plataformas de controle.


