Se você trabalha com automação, tecnologia ou simplesmente usa um computador, clicar naquele quadradinho com um disquete já virou modo automático. Mas já parou para explicar para a Geração Z ou Alfa o que é aquilo? 🤔
Para quem nasceu nos anos 90 ou antes, o disquete de 3,5 polegadas era o “pendrive analógico” da época – cabiam 1,44 MB de pura coragem e organização de arquivos. Para quem veio depois, é apenas “aquele botão de guardar” que aparece no canto da tela.
O objeto físico sumiu lá pelos anos 2000, mas sua imagem ficou tão gravada na nossa mente (e no design digital) que virou patrimônio da interface gráfica. Isso tem nome: esqueuomorfismo – usar um objeto do mundo real como metáfora visual em uma interface. E o disquete é o exemplo mais icônico.
Na Base Automação, lidamos com o que há de mais moderno: sistemas em nuvem, fluxos integrados, IIoT, dados em tempo real. Mas achamos fascinante como a base da nossa interação com as máquinas ainda carrega essa dose de nostalgia. Um ícone que rodou bilhões de vezes e continua firme no topo das telas.
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